domingo, 22 de março de 2020

*UM ESPAÇO PARA A POESIA SEM FRONTEIRAS


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No escribas con la ñata contra el vidrio
viendo al mundo
como si no estuvieras en el.
No escribas desde afuera de tu pecho
melosas palabras
para el aplauso y los vivas.
Metete en las arterias de tu angustia
en el riñon del abandono
palpita cada verso que te signa.
Que tu poesía seas vos.
Y vos
tu poesía.
Jimena Cano (12/09/2018).

domingo, 15 de março de 2020

INSPIRAÇÃO PROVOCADA PELO CORONAVIRUS



O J O S   D E L   A L M A

Hoy estoy llorando
Sin poder estar contigo
Quedase una ansiedad
Que no tiene limite
Y impide una vez más
Nuestro reencuentro...

Hasta cuando, Diós mio,
Tendremos de sufrir
Ese amargo destino
Com tanta desventura
Nadie puede explicar
Un castigo tan cruel…

Toda vida ya se pasó
Vamos a seguir soñando
Por la eternidad afuera
Ningún motivo hay
Para dejar de vernos
Con los ojos del alma…

domingo, 8 de março de 2020

* PARABENS À NOSSA MECENAS JACQUELINE!


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Este amor tão grande que transpiras,
até mesmo nas pequenas coisas que fazes,
este amor tão imenso que inspiras
admirável a todos aqueles que te cercam,
este amor tão infinito que aspiras
no aroma das bonitas flores que te chegam,

é o mesmo amor que te retribuímos
para que continues assim tão firme
transpirando,inspirando, aspirando,
pois a tua felicidade é essencial,
é preciosa demais para todos nós
TEUS AMIGOS E ADMIRADORES!





sexta-feira, 6 de março de 2020

APANHANDO AQUELE CORAÇÃO ESTRESSADO




U M A   F U G A   C O R O N A R I A N A


Sinto um enorme vazio aqui em meu peito
Como se fugisse este pobre coração
Para buscar uma escapada doutro jeito,
Assim arriscando uma nova emoção

Parece estar cansado deste velho leito
Onde se refugiou sem qualquer noção
Do grande perigo a que estava sujeito,
Ocultando-se em total alienação

E eu saio por ai para ver se aceito
Alguma bem mais lógica explicação
No universo infinito e perfeito

Enfim fico na dúvida da reação
De ser presente a exigir meu direito
No recebimento desta devolução.

José Alberto de Souza
POA, 06/mar/2020.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

* AYER Y AHORA - por Brenda Florángel Ahlers *



´¿ Cómo salvar los espacios del tiempo en una relación humana? ¿ Se puede volver al inicio e instalarse en el hoy como si fuéramos los mismos de aquellos años?
El transcurso del tiempo cambia, transforma o destruye. También construye nuevas formas físicas, nuevas ideas, nuevos comportamientos. Hay un mar de desconfianzas en el desconocimiento que se agita: se acerca, se aleja de las vidas que ya están plasmadas. Las incertidumbres agrietan el acercamiento  a las existencias actuales porque hay otras que quedaron inmóviles en el recuerdo. ¿ Quién es este ser que en la distancia me escribe construcciones de pensamientos que yo empiezo a hurgar e interpretar con cuidado para descubrir detrás de la literalidad de las palabras una existencia que palpita. Buceo en los relatos de sus libros la esencia de su persona y a veces creo encontrarla. Y me gusta ese ser capaz de empatizar con los más débiles.

¿Cuántas palabras cariñosas o de enojo quedaron sin pronunciarse? ¿Cuántos acontecimientos felices o desgraciados de ambos desconocimos?  ¿Cuánta ayuda no fue en momentos que necesitábamos un oído calmo. un abrazo contenedor o una caricia  para darnos consuelo y alivio? 
El presente se acorta; pero aún así la vida nos regaló el reencuentro. Otra amistad distinta de aquella del pasado, en la vejez? Entonces hay que celebrar….

sábado, 1 de fevereiro de 2020

ALGUMAS CINZAS DESTE MEU ESQUECIMENTO



En algun momento del pasado,
Adonde despedimonos
Con la esperanza de volver,
Hoy quedase alla
Como hojas perdidas en el tiempo…

En algun momento del pasado,
Eres un triste recuerdo
De una época gloriosa
En que se cruzaran
Nuestros distintos destinos…

En algun momento del pasado,
Alla se pone como testigo
De un malogrado amor
Que dejó de florescer
En las cenizas de mi olvido…
J.A.de Souza, POA 02/02/2020.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

O DOM DA FANTÁSTICA TELA DE MESTRE PINO


Estátua da Liberdade apontando
Constantemente para nosso espaço cósmico
Como se estivesse a todos lembrando
Deste seu exclusivo proceder telúrico

Para que sempre se continue enxergando
Uma esperança a chegar nesse tempo cíclico
De crises e entendimentos alternando,
Uma possibilidade de paz ao público

Embora das águas se venha elevando,
Não deixa de compartilhar poder enérgico
Com outros monumentos ali se avistando

Ponte Mauá cede imponente panorâmico
E mais ao fundo a sua vez espalhando
Da cidade todo patrimônio eclético.

JOSÉ ALBERTO DE SOUZA,
POA, 03/10/2019.

sábado, 9 de novembro de 2019

*ESTAS PALAVRAS SÃO COMO AQUELAS ONDAS


PALAVRAS COMO ONDAS

As palavras vão e vem
Como as ondas batendo na praia,
Que deixam aquele recado
E retornam sem resposta
Para de novo insistir
Numa outra teimosia

Alguém não se cansa
De sempre apelar ao vento
Por esta brisa tão suave
Que traga esperada mensagem
De um afeto perdido
Na imensidão do infinito

Mas as águas não deixam
De mudar na corrente
E não são as mesmas
Tais palavras que passeiam
Sua indiferença pela solidão
De quem nunca se cala

José Alberto de Souza
POA, 09/11/2019.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

OS FILHOS DESTA MÃE JAMAIS RECONHECIDA


OS FILHOS DA MÃE

Os filhos da mãe andam por aí
Abandonados, dormindo ao relento,
E nos cobram essa indiferença,
Pedindo alguma moedinha
Que nunca temos no bolso.

E como nos pesa na consciência
Estar bem acima do seu nível
Sem ter do que se queixar,
Acomodados na vida confortável
Sempre nos constrangendo.

De que adianta nosso protesto
Para desculpar nossa alienação
De nunca querer modificar
Esta situação desequilibrada
Que jamais será mais justa.

Pois nunca deixaremos de ser
Como estes pequenos burgueses
Contentando-se em ignorar
Nossos irmãos desfavorecidos
Por uma eterna falta de sorte.

José Alberto de Souza
POA, 22/out/2019.

domingo, 19 de maio de 2019

#UMA QUÍMICA PARA AQUELA ALMA PRÓXIMA



F I M   D E   P I C A D A

Com essa química que vem dentro de mim
Corroendo as sobreviventes entranhas
Sem respeitar o ocaso d’amargo fim
Para insistir em tão funestas artimanhas

É o que me resta dum perdido jardim
Agora tomado pelas ervas estranhas
Que se espalham e cobrem rasteiras assim
O solo inteiro em minúsculas montanhas

Ainda mais deixando de possuir ambições
De retornar àquela antiga juventude
Sempre resistindo em nossos corações

Como se fosse a derradeira virtude
Conservar as tantas e boas aspirações
Numa redoma de nostálgica atitude.

José Alberto de Souza
POA, 19/05/2019.