quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Mostra Literária BRDE: 54 autores funcionários
Dia 3 de novembro, recebemos Certificado
de Participação, como colaboradores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo
Sul, na I Mostra Literária que se realiza presentemente no Espaço Cultural –Projeto Memória do BRDE. Este evento está inserido na 60ª Feira do Livro de
Porto Alegre, embora lançado simultaneamente com o Balcão Literário BRDE no
saguão do Edifício Comendador Azevedo, onde se situa a sede Banco, e foi
prestigiado com a presença do patrono da Feira, escritor e jornalista Airton
Ortiz, e do Presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Marcos Antônio Cena
Lopes.
O Balcão Literário, inaugurado na
ocasião, serviu para consolidar uma das iniciativas do BRDE de incentivo à
cultura com a instalação de uma estante no referido saguão, destinada a abrigar
os livros recebidos por doação e que serão oferecidos para retirada livre e
posterior devolução. Em um segundo momento, foi lançado o Projeto Memória BRDE
e a 1ª Mostra Literária, na sobreloja da GEPLA. O economista da
Superintendência de Planejamento (SUPLA), Carlos Ponzoni, coordenador do
GT-Pró-Memória-BRDE, salientou o resultado alcançado no resgate de cerca de 54
autores distribuídos através de 122 títulos.
Além de Certificados de Participação,
todos esses escritores foram agraciados com a obra “Memória da Litografia –
Pedras Raras da Livraria do Globo”, da artista plástica Miriam Tolpolar,
editada sob o patrocínio do BRDE e prefaciada pelo seu Diretor de Planejamento
Carlos Henrique Horn. Ainda foram disponibilizados marcadores de página reproduzindo
trechos da obra de cada um dos autores. Destaque especial para a apresentação da
Escola de Música do Instituto Popular de Arte-Educação (IPDAE), que abrilhantou
a festa em diversas fases da solenidade. Um esplêndido coquetel foi servido a
todos convidados.
A primazia de ser agraciado pela artista plástica Miriam Tolpolar |
E para finalizar cumprimentamos aos
Diretores Carlos Henrique de Vasconcelos Horn e José Hermeto Hoffman,
representantes do Rio Grande do Sul no BRDE, e aos colegas Carlos José Ponzoni,
Adriana Reus, Beatriz Trois Cunha Poli, Maria Eliana da Silva, Maria Leonora
Oliveira, Michelle Santellano e Aline Tyska, integrantes daquele Grupo de
Trabalho pela sensibilidade em promover um evento de tamanha importância para a
comunidade da Instituição, desejando que se repita sempre esse sucesso em
futuros empreendimentos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
NA "MOITA", QUEM DISSE QUE ELE ESPERAVA?
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Carta publicada em 18/04/1987 na "A Fôlha"/ JGO
![]() |
À direira, Dair Nunes, récnico Campeão Juvenil 1970, pelo Crizeoro |
Repito, tal encontro sempre me
proporciona esta nostálgica sensação de retorno às origens. “Zazá” põe-me a par
daquilo que acontece no meio esportivo da nossa cidade. Fala-me do seu
inacreditável amor, autêntica paixão, pelo nosso saudoso Esporte Clube Cruzeiro
do Sul. Da sua obstinada dedicação, creio que razão de ser da sua própria vida,
na incansável tarefa de manter acesa a gloriosa mística tricolor.
Mas “Zazá”, velho amigo, vem me desabafar as suas mágoas pelo cansaço gerado com a incompreensão daqueles que
lhe poderiam prestar um apoio mais eficaz. Fico sabendo que se encontra aqui na
Capital tratando da sua saúde e que ao mesmo tempo aproveita para providenciar
no encaminhamento de ficha de atleta da Associação Cruzeiro Jaguarense, na
Federação Rio Grandense de Futebol. E assim os assuntos se vão sucedendo até
chegarmos ao impasse surgido dentro daquela Associação quanto à sobrevivência
do Departamento de Futebol, a qual vem sendo ameaçada por correntes favoráveis
à sua extinção, apesar da fusão anteriormente acordada pelas duas sociedades –
Clube Jaguarense e Esporte Clube Cruzeiro do Sul.
E nós aqui – Sheldon, Aparício, Nede e
eu – estrelados da velha cepa, em nossas reuniões informais, ficamos perplexos
ante a crítica situação a que chegou nosso inesquecível time do coração. Não
conseguimos entender por que o “cruzeirista” está se tornando uma espécie em
extinção. Por que dentro daquela Associação não existe gente disposta a reagir
contra esse estado de coisas. Por que não se reúnem os remanescentes daquelas
épocas áureas, buscando uma solução mais honrosa para essa questão. Quem sabe
até denunciando o convênio dessa malograda fusão.
Afinal de contas,
“Zazá” não merece representar esse melancólico papel.
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